
Como primeiro texto deste ano que se inicia proponho a reflexão com respeito a algo que vive e convive conosco, isto é, Da Utilidade de nossas ações. Uma de minhas viagens (entenda no sentido figurado - óbvio) foi publicada no site www.irmaos.com a alguns meses atrás. Uma das pessoas comentou o texto de forma cordial, porém percebi claramente a insatisfação. Este desejo não realizado se deu pelo fato daquela pessoa, de forma particular, não encontrar nem entre as linhas do texto respostas para, provavelmente, algo que procurava. Acabou definindo aquilo que escrevi como uma “filosofia de vida” em contraposição ao que buscava, isto é, uma “teologia de vida”. De fato, não compreendi propriamente a não compreensão daquele simpático leitor. Ainda aguardo pela diferenciação dessas expressões que o amigo mencionou. Pois bem, por quê cito isto neste contexto? Leia todo texto clicando em Da Utilidade.
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É verdade que não é de hoje que o povo se deixa levar por diversas falácias no que concerne a vida religiosa como um todo. Por isso, quero nesta reflexão chamar a atenção para o contexto em que estou inserido, isto é, o brasileiro.
O Brasil é reconhecidamente um país cristão, mesmo havendo nas próprias igrejas, que se dizem cristãs, elementos que não chegam nem perto daquilo que o próprio Cristo ensinou e evidenciou através da sua vida.
Mas o grande problema é, de fato, a falta de senso crítico no contexto eclesiástico. A ausência da crítica possibilita tudo, sejam falácias, heresias e, até mesmo, a condenação e/ou demonização de pessoas inocentes, como já foi visto ao longo da história.
Ótimo artigo de Miriam Leitão sobre a realidade política brasileira.

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É óbvio para todos que algo é fundamental para um atleta que corre atrás do sonho de participar de uma olimpíada. Claramente tais atletas se valem de uma estratégia comprovadamente eficaz, isto é, sempre treinam com atletas, momentaneamente ou aparentemente, mais fortes.
A próxima olimpíada será em Londres no ano que vem. Como percebemos, ainda não vivemos o contexto da mesma. Entretanto, os atletas do mundo inteiro estão, sem dúvida alguma, treinando há muito tempo. Quero me valer aqui desta figura, do atleta olímpico, para apontar algumas atitudes que devemos ter em nossa vida cristã. O atleta olímpico tem várias atitudes básicas que nos servem de exemplo. Hoje, quero evidenciar apenas duas.
Um atleta vencedor ouve e observa atentamente seu técnico. Leia II Timóteo 2:2 e perceba que Timóteo foi alguém que ouviu e observou atentamente seu técnico Paulo. Ele teve o privilégio de perceber que tudo que Paulo lhe ensinava não era meramente da “boca pra fora”, mas era algo real e vivido pelo técnico.
Neste contexto você poderia dizer: Eu não tenho um técnico como Paulo! Não tenho alguém que dê exemplo além das palavras! Eu diria: Mentira! Conforme aprendemos na vida cristã, temos um técnico com a melhor formação de todas. Onde os conselhos são perfeitos e em quem podemos confiar plenamente.
Sua formação se deu na vila olímpica de Nazaré. Não tinha os melhores recursos ou estrutura de um centro olímpico, mas desde o seu nascimento aprendeu que por ser o melhor de todos não seria bem visto por aqueles que se achavam os melhores.
Sim, J. Cristo, sem dúvida, é o melhor técnico que podemos ter. Precisamos ouvir os conselhos Dele, pois provou mais do que ninguém as dificuldades que alguém pode passar. Sofreu fisicamente como nenhum atleta sofreu e, mais do que isso, demonstrou com vida como devemos lidar com a dor.
Independentemente se a dor for física, emocional ou social recorra ao seu técnico. Ouça o que J. Cristo têm a lhe dizer. Observe tudo aquilo que Ele já lhe mostrou.
Um forte abraço, um ótimo treino e até a olimpíada!